10 países onde menos e mais se tem que trabalhar para pagar impostos 2011
MENOS:
1. Maldivas: 0 horas
2. Emirados Árabes Unidos: 12 horas
3. Bahrein: 36 horas
4. Qatar: 36 horas
5. Bahamas: 58 horas
6. Luxemburgo: 59 horas
7. Omã: 62 horas
8. Suíça: 63 horas
9. Irlanda: 76 horas
10. Seicheles: 76 horas
MAIS:
1. Brasil: 2.600 horas
(são 500 horas a mais que o dobro do 2º colocado !! Mas pelo menos aqui os serviços públicos são impecáveis...)2 Bolívia: 1.080 horas
3. Vietnã: 941 horas
4. Nigéria: 938 horas
5. Venezuela: 864 horas
6. Bielorrússia: 798 horas
7. Chade: 732 horas
8. Mauritânia: 696 horas
9. Senegal: 666 horas
10. Ucrânia: 657 horas
Fonte: Banco Mundial (Doing Business 2011)
quarta-feira, 8 de junho de 2011
BASTA O ESSENCIAL - anônimo
Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora. Tenho muito mais passado do que futuro. Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, chupo displicente, mas percebendo que faltam poucas. Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos. As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa... Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade... Quero caminhar perto de coisas e pessoas de verdade. O essencial faz a vida valer a pena. E para mim, basta o essencial."
(Anônimo na multidão)
(Anônimo na multidão)
segunda-feira, 6 de junho de 2011
PMDB; a fênix? - Roberto Freire
A crise entre PMDB e PT é o sinal de que está emergindo das contradições da base aliada do governo um PMDB com certo grau de unidade, que está exigindo mais respeito. Mostrou-o o líder do partido na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), na votação do Código Florestal, na qual a emenda da legenda desagradou o governo.
"Nós somos governo", disse Alves, retrucando as críticas e censuras que se seguiram ao gesto perpetrado na estrondosa aprovação do texto da emenda. Expressava a afirmação de que não só o PT é governo, coisa que não parece muito clara aos adeptos do lulo-petismo.
Tratado com desprezo nos dois governos de Lula - que estava interessado apenas no número de votos que o partido lhe garantia no Congresso e no tempo de televisão - e também nesse comecinho da gestão Dilma, o PMDB está deixando de ser uma federação, um agrupamento de facções, para voltar a ser um partido de grande porte, que quer ser considerado como tal.
Isso entra em choque com o petismo, que, narcisista, vê apenas a si próprio como digno de respeito, que é incapaz de dispensar a outro partido o mesmo tratamento que deseja receber. É claro que nem todos os peemedebistas integram esse processo de renascimento do partido.
Existem - e não em pequeno número - aqueles que apenas se saciam nos governos aos quais o PMDB garante maioria no Congresso. Esses continuam velhos como suas práticas patrimonialistas e fisiológicas, agarrados a algum naco de poder disponível na máquina do oficialismo. Em outra ponta, há gente querendo mudar esse diapasão.
"Nós somos governo", disse Alves, retrucando as críticas e censuras que se seguiram ao gesto perpetrado na estrondosa aprovação do texto da emenda. Expressava a afirmação de que não só o PT é governo, coisa que não parece muito clara aos adeptos do lulo-petismo.
Tratado com desprezo nos dois governos de Lula - que estava interessado apenas no número de votos que o partido lhe garantia no Congresso e no tempo de televisão - e também nesse comecinho da gestão Dilma, o PMDB está deixando de ser uma federação, um agrupamento de facções, para voltar a ser um partido de grande porte, que quer ser considerado como tal.
Isso entra em choque com o petismo, que, narcisista, vê apenas a si próprio como digno de respeito, que é incapaz de dispensar a outro partido o mesmo tratamento que deseja receber. É claro que nem todos os peemedebistas integram esse processo de renascimento do partido.
Existem - e não em pequeno número - aqueles que apenas se saciam nos governos aos quais o PMDB garante maioria no Congresso. Esses continuam velhos como suas práticas patrimonialistas e fisiológicas, agarrados a algum naco de poder disponível na máquina do oficialismo. Em outra ponta, há gente querendo mudar esse diapasão.
domingo, 5 de junho de 2011
A EMPADA E A AZEITONA - Ro9lf Kuntz, Estadão
O ministro da Educação, Fernando Haddad, foi ao Senado, ontem, para discutir as últimas grandes bobagens de seu Ministério e, portanto, para mais uma grande sessão de perda de tempo. Ele só foi convidado porque sua pasta, como tantos outros setores da administração federal, continua gastando energia e dinheiro com assuntos e objetivos errados. No Brasil, fala-se muito sobre a azeitona e cuida-se pouco da empada. Briga-se muito por um Código Florestal, enquanto defensores da floresta são assassinados. Mata-se à vontade, porque um Código muito mais importante, o Penal, pouco vale neste país. Encoraja-se o crime, porque outro Código, o de Processo, permite postergar por 11 anos a prisão de um assassino confesso. A ineficácia da lei penal, a persistência dos baixos padrões educacionais, a transformação do magistério em profissão de risco, os orçamentos de mentira e as tantas outras aberrações tipicamente brasileiras são sinais da mesma enfermidade.
O País paga caro por essa doença – a incapacidade crônica de dar prioridade às coisas mais importantes. Esse é o caso da educação. O Brasil entrou no clube das dez maiores economias. Só manterá essa conquista se der muito mais atenção a algumas condições fundamentais. Essas condições só podem ser muito ruins, num país classificado entre os últimos no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa). Em 2009, os estudantes brasileiros ficaram em 53.º lugar no exame de leitura, em 57.º no teste de Matemática e em 53.º na prova de Ciências. Participaram representantes de 65 países.
Será muito difícil uma classificação melhor, se as crianças brasileiras forem à escola para se acomodar no padrão do nóis fala assim memo, defendido pelos gênios da educação nacional. E isso é só uma parte da história. Crianças bem alfabetizadas, estimuladas a ler, bem treinadas em Matemática e familiarizadas com as Ciências provavelmente serão mais propensas a pensar com liberdade, a entender e a aceitar as diferenças e agir com civilidade e respeito. Essas qualidades serão realçadas se os alunos puderem aprender muito mais do que hoje sobre a história e a organização social e política de seu país – como se aprendia, antigamente, nas escolhas públicas. No Ministério da Educação, prefere-se gastar tempo e dinheiro com um kit anti-homofobia rejeitado pela presidente Dilma Rousseff. Não se trata, segundo ela, de um kit educativo, mas de propaganda de uma orientação sexual. Mais um erro, portanto, de um Ministério marcado por numerosas trapalhadas e provas de incompetência.
As falhas vêm de longe e foram estimuladas por oito anos de intensa demagogia. Cuidou-se de ampliar as portas do chamado ensino superior, como se a dificuldade de acesso às faculdades fosse o grande problema educacional. Não era nem podia ser o grande problema. Em 2009, apenas 50,9% dos jovens de 15 a 17 anos estavam matriculados em cursos compatíveis com sua idade. Essa era a média nacional. No Nordeste, apenas 39,2% frequentavam as séries adequadas. Mesmo no Sudeste, onde foram encontradas as melhores proporções, a taxa de escolarização líquida dos adolescentes daquela faixa era de apenas 60,5%. Repetência, ingresso tardio e dificuldades para avançar nos primeiros anos do ensino foram as explicações apontadas na pesquisa do IBGE. Entre 1999 e 2009, o número de anos de estudo das crianças de 14 anos pouco aumentou: passou de 5 para apenas 5,8.
No Brasil, só 37,9% dos jovens entre 18 e 24 anos tinham completado pelo menos 11 anos de estudos. Técnicos da Comissão Europeia tomam esse nível de escolaridade para avaliar a eficiência educacional de um país e sua capacidade de combater a pobreza. O Brasil obviamente vai muito mal nesse quesito, embora tenha havido melhoras em dez anos. Será necessário um avanço muito maior para se chegar a uma situação parecida com a de economias mais competitivas. Mas essas economias provavelmente continuarão progredindo e, portanto, o Brasil terá de realizar um esforço muito maior. Isso será impossível, se as prioridades atuais forem mantidas.
A presidente Dilma Rousseff parece haver percebido algumas das maiores bobagens educacionais. Isso deve explicar seu interesse em investir mais em formação técnica e, além disso, no treinamento para facilitar a saída do programa Bolsa-Família. Se essas mudanças ocorrerem, a demagogia será em parte substituída por políticas eficazes. Mas a vocação para errar o alvo é bem espalhada entre os Poderes da República. A revista Veja mostrou a favelização da periferia de Boa Vista, uma consequência da expulsão, pelo Judiciário, dos fazendeiros da Reserva Raposa-Serra do Sol. Com eles, foram-se muitos trabalhadores das fazendas. Não faltam companheiros ilustres ao ministro da Educação.
O País paga caro por essa doença – a incapacidade crônica de dar prioridade às coisas mais importantes. Esse é o caso da educação. O Brasil entrou no clube das dez maiores economias. Só manterá essa conquista se der muito mais atenção a algumas condições fundamentais. Essas condições só podem ser muito ruins, num país classificado entre os últimos no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa). Em 2009, os estudantes brasileiros ficaram em 53.º lugar no exame de leitura, em 57.º no teste de Matemática e em 53.º na prova de Ciências. Participaram representantes de 65 países.
Será muito difícil uma classificação melhor, se as crianças brasileiras forem à escola para se acomodar no padrão do nóis fala assim memo, defendido pelos gênios da educação nacional. E isso é só uma parte da história. Crianças bem alfabetizadas, estimuladas a ler, bem treinadas em Matemática e familiarizadas com as Ciências provavelmente serão mais propensas a pensar com liberdade, a entender e a aceitar as diferenças e agir com civilidade e respeito. Essas qualidades serão realçadas se os alunos puderem aprender muito mais do que hoje sobre a história e a organização social e política de seu país – como se aprendia, antigamente, nas escolhas públicas. No Ministério da Educação, prefere-se gastar tempo e dinheiro com um kit anti-homofobia rejeitado pela presidente Dilma Rousseff. Não se trata, segundo ela, de um kit educativo, mas de propaganda de uma orientação sexual. Mais um erro, portanto, de um Ministério marcado por numerosas trapalhadas e provas de incompetência.
As falhas vêm de longe e foram estimuladas por oito anos de intensa demagogia. Cuidou-se de ampliar as portas do chamado ensino superior, como se a dificuldade de acesso às faculdades fosse o grande problema educacional. Não era nem podia ser o grande problema. Em 2009, apenas 50,9% dos jovens de 15 a 17 anos estavam matriculados em cursos compatíveis com sua idade. Essa era a média nacional. No Nordeste, apenas 39,2% frequentavam as séries adequadas. Mesmo no Sudeste, onde foram encontradas as melhores proporções, a taxa de escolarização líquida dos adolescentes daquela faixa era de apenas 60,5%. Repetência, ingresso tardio e dificuldades para avançar nos primeiros anos do ensino foram as explicações apontadas na pesquisa do IBGE. Entre 1999 e 2009, o número de anos de estudo das crianças de 14 anos pouco aumentou: passou de 5 para apenas 5,8.
No Brasil, só 37,9% dos jovens entre 18 e 24 anos tinham completado pelo menos 11 anos de estudos. Técnicos da Comissão Europeia tomam esse nível de escolaridade para avaliar a eficiência educacional de um país e sua capacidade de combater a pobreza. O Brasil obviamente vai muito mal nesse quesito, embora tenha havido melhoras em dez anos. Será necessário um avanço muito maior para se chegar a uma situação parecida com a de economias mais competitivas. Mas essas economias provavelmente continuarão progredindo e, portanto, o Brasil terá de realizar um esforço muito maior. Isso será impossível, se as prioridades atuais forem mantidas.
A presidente Dilma Rousseff parece haver percebido algumas das maiores bobagens educacionais. Isso deve explicar seu interesse em investir mais em formação técnica e, além disso, no treinamento para facilitar a saída do programa Bolsa-Família. Se essas mudanças ocorrerem, a demagogia será em parte substituída por políticas eficazes. Mas a vocação para errar o alvo é bem espalhada entre os Poderes da República. A revista Veja mostrou a favelização da periferia de Boa Vista, uma consequência da expulsão, pelo Judiciário, dos fazendeiros da Reserva Raposa-Serra do Sol. Com eles, foram-se muitos trabalhadores das fazendas. Não faltam companheiros ilustres ao ministro da Educação.
sábado, 4 de junho de 2011
BOMBEIRO É RAÇA E VIBRAÇÃO - Juquiel dos Santos
O Governador Canalha do Estado do Rio de Janeiro , Sergio Cabral Filho , teve a coragem e canalhice de Jogar Bombas de Gás Lacrimogêneo , e atirar contra Bombeiros
Uma das Instituições mais sagradas no Estado Brasileiro ou Mundial pois goza de 99 por cento de aprovação só quem trabalhou ou viveu ou precisou de Bombeiros , sabe da regra de conduta e ato que permeia um Bombeiro A vida acima de tudo com sacrifício da própria altruísmo ao extremo só trabalha e só permanece no Bombeiro quem é humano e sabe ser útil
Como preserva a vida combatendo a morte ? Se a própria família não têm garantias de sobrevivência . graças ao salario de fome que levam para casa , com apoio de entidades sindicais e de lideres dentro da própria corporação os Bombeiros cariocas somente queriam ajuda de custo e um mínimo de aumento Raça e Vibração o Bombeiro é Tradição
salarial mas o Nobre Canalha Governador em, vez disso mandou o Choque bater agredir e atirar contra Bombeiros , que num ato desesperado porem pacifico invadiam o quartel central no Rio de Janeiro .
Cabral que é jornalista de profissão pouco sabe de segurança tanto é verdade o teatro que tem demonstrado no combate ao crime organizado no Rio , as UPPs que não passam de factoide politico eleitoreiro criado por ele e pelo Beltrame seu secretario de Insegurança publica
Cabral no dia que mandaste bater agredir e atirar contra bombeiro nesse dia tua historia politica esta manchada teu desgoverno desastrado não será esquecido um dia Você Cabral aprendera que onde estiver o perigo , enquanto todos correm dele um Bombeiro corre para ele , e de lá não sai enquanto a ultima vida não for resgatada , não se atenha RD2 PM , e nem a lei pois já se cogita ate mesmo em sentenças Judiciais nem tudo que é legal é moral Você Cabral não tem Moral alguma de atacar BOMBEIROS
Aos Irmãos cariocas minhas sinceras solidariedades e tomara que o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e o STF te puna Cabral por incitação á violência pois ao cessar o dialogo só faltou o Manifesto aos HEROIS DO FOGO e a você a legitimação do uso da Força de um Estado Falido que para mim não é legitima é Canalhice , e covardia .
Juquiel dos Santos é Jornalista MTB 40840 SP
Ex Bombeiro com muito Orgulho e muita Historia de Vidas
Uma das Instituições mais sagradas no Estado Brasileiro ou Mundial pois goza de 99 por cento de aprovação só quem trabalhou ou viveu ou precisou de Bombeiros , sabe da regra de conduta e ato que permeia um Bombeiro A vida acima de tudo com sacrifício da própria altruísmo ao extremo só trabalha e só permanece no Bombeiro quem é humano e sabe ser útil
Como preserva a vida combatendo a morte ? Se a própria família não têm garantias de sobrevivência . graças ao salario de fome que levam para casa , com apoio de entidades sindicais e de lideres dentro da própria corporação os Bombeiros cariocas somente queriam ajuda de custo e um mínimo de aumento Raça e Vibração o Bombeiro é Tradição
salarial mas o Nobre Canalha Governador em, vez disso mandou o Choque bater agredir e atirar contra Bombeiros , que num ato desesperado porem pacifico invadiam o quartel central no Rio de Janeiro .
Cabral que é jornalista de profissão pouco sabe de segurança tanto é verdade o teatro que tem demonstrado no combate ao crime organizado no Rio , as UPPs que não passam de factoide politico eleitoreiro criado por ele e pelo Beltrame seu secretario de Insegurança publica
Cabral no dia que mandaste bater agredir e atirar contra bombeiro nesse dia tua historia politica esta manchada teu desgoverno desastrado não será esquecido um dia Você Cabral aprendera que onde estiver o perigo , enquanto todos correm dele um Bombeiro corre para ele , e de lá não sai enquanto a ultima vida não for resgatada , não se atenha RD2 PM , e nem a lei pois já se cogita ate mesmo em sentenças Judiciais nem tudo que é legal é moral Você Cabral não tem Moral alguma de atacar BOMBEIROS
Aos Irmãos cariocas minhas sinceras solidariedades e tomara que o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e o STF te puna Cabral por incitação á violência pois ao cessar o dialogo só faltou o Manifesto aos HEROIS DO FOGO e a você a legitimação do uso da Força de um Estado Falido que para mim não é legitima é Canalhice , e covardia .
Juquiel dos Santos é Jornalista MTB 40840 SP
Ex Bombeiro com muito Orgulho e muita Historia de Vidas
sexta-feira, 3 de junho de 2011
LUTA FRATRICIDA - Roberto Jefferson
Quando a oposição conseguiu aprovar a convocação de Palocci para prestar esclarecimentos na Comissão de Agricultura da Câmara, abriu de vez ao povo a briga fratricida que ocorre no PT. O ministro da Casa Civil nem morreu ainda, e o PT já fala em nomes para substituí-lo - os dois por ora cotados são Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) e Paulo Bernardo (Comunicações). Se e quando Palocci cair, a oposição terá de agradecer ao PT, porque o velório está sendo patrocinado, inteiro, pelo partido de Lula e Dilma.
No passado, o PT matava para chegar ao poder; hoje, ele começa a morrer pelos abusos cometidos no exercício dele.
Postado por Roberto Jefferson às 12:41
No passado, o PT matava para chegar ao poder; hoje, ele começa a morrer pelos abusos cometidos no exercício dele.
Postado por Roberto Jefferson às 12:41
quarta-feira, 1 de junho de 2011
EPTV editorial CORAGEM DR.HÉLIO
EPTV Editorial
Coragem Dr.Hélio
Dra Rosely, a Secretária-Chefe de Gabinete da Prefeitura de Campinas, saiu em férias. Férias "programadas" segundo a assessoria dela. O Prefeito Dr Hélio concedeu as férias àquela que é apontada pelo Ministério Público como a “Chefe” dos esquemas de corrupção e bandalheiras comprovadas na nossa cidade. Protegida por um habeas corpus preventivo - único motivo pelo qual não foi recolhida à detenção como seus companheiros de governo e operadores do esquema denunciado pelo Ministério Público - a Dra Rosely segue na articulação da Administração Municipal. Uma licença médica aqui, umas férias ali ...E a população de Campinas segue sofrendo com a crise na nossa cidade. Primeiro os que mais precisam...Dr Hélio mostra que é um prefeito de opções. Apesar de mostrar-se sempre surpreso e desconhecedor do esquema que desmoralizou completamente sua Administração, não hesitou em fazer as opções que julgou convenientes: Entre Governar com técnicos sérios da nossa cidade ou chamar seus estranhos amigos de Corumbá, optou pelos amigos...Entre acompanhar, responder e rejeitar as denúncias do Ministério Público ou silenciar de maneira oportuna, optou pelo silêncio...Entre demonstrar liderança e lealdade ao povo que o elegeu ou proteger a sua esposa para que não seja ela presa, optou pela proteção à esposa que “ até as escadas da Prefeitura” já sabem estar envolvida nos esquemas de corrupção da Prefeitura.O ex-prefeito Chico Amaral disse que Dr. Hélio “não tem mais condições morais para governar Campinas”. Magalhães Teixeira e Toninho Costa Santos, pelo exemplo de seriedade e dignidade, não iriam discordar se estivessem entre nós. Os exemplos que nos deram são fundamentais para que possamos colocar a moralidade pública novamente fortalecida da nossa cidade. Não é hora de cinismo, disfarces, licença médica, férias etc...Até os secretários sérios da Administração (sim ,existem alguns que não vieram de Corumbá!) mostram-se muito desconfortáveis na continuidade dos seus bons trabalhos. Acabarão saindo para não ser confundidos aos que nossa cidade conheceu de pior na Administração Municipal e ter de apagar a luz...Vamos ter fé que Dr. Hélio continue sendo um homem de opções. Terá algumas pela frente: Seguirá exclusivamente obcecado na defesa judicial da sua esposa, a Primeira Dama Dra Rosely, ou dará algum espaço para a população que nele confiou, procurando recuperar a sua autoridade, reconhecendo os seus erros e concluir melancolicamente o seu mandato? Tentará contar com o impossível esquecimento da opinião pública, da imprensa e do Ministério Público ou cairá na real para tentar encontrar uma solução para a crise criada dentro dos gabinetes da Administração? Preferirá seguir sangrando durante o longo período de trabalho da Comissão Processante que decidirá o impeachment ou optará por renunciar o mandato procurando reconstruir seu espaço político no devido tempo como os ex-presidentes Janio Quadros e Fernando Collor? Coragem Dr. Hélio! Ela é fundamental nos homens públicos que amam o seu povo. A sua opção é importantíssima para a tranqüilidade, segurança e estabilidade da população de Campinas. Mais do que nunca, primeiro os que mais precisam! E é a população de Campinas, que necessita rapidamente conhecer a sua opção de forma serena, equilibrada e acima de tudo muito transparente.
Coragem Dr.Hélio
Dra Rosely, a Secretária-Chefe de Gabinete da Prefeitura de Campinas, saiu em férias. Férias "programadas" segundo a assessoria dela. O Prefeito Dr Hélio concedeu as férias àquela que é apontada pelo Ministério Público como a “Chefe” dos esquemas de corrupção e bandalheiras comprovadas na nossa cidade. Protegida por um habeas corpus preventivo - único motivo pelo qual não foi recolhida à detenção como seus companheiros de governo e operadores do esquema denunciado pelo Ministério Público - a Dra Rosely segue na articulação da Administração Municipal. Uma licença médica aqui, umas férias ali ...E a população de Campinas segue sofrendo com a crise na nossa cidade. Primeiro os que mais precisam...Dr Hélio mostra que é um prefeito de opções. Apesar de mostrar-se sempre surpreso e desconhecedor do esquema que desmoralizou completamente sua Administração, não hesitou em fazer as opções que julgou convenientes: Entre Governar com técnicos sérios da nossa cidade ou chamar seus estranhos amigos de Corumbá, optou pelos amigos...Entre acompanhar, responder e rejeitar as denúncias do Ministério Público ou silenciar de maneira oportuna, optou pelo silêncio...Entre demonstrar liderança e lealdade ao povo que o elegeu ou proteger a sua esposa para que não seja ela presa, optou pela proteção à esposa que “ até as escadas da Prefeitura” já sabem estar envolvida nos esquemas de corrupção da Prefeitura.O ex-prefeito Chico Amaral disse que Dr. Hélio “não tem mais condições morais para governar Campinas”. Magalhães Teixeira e Toninho Costa Santos, pelo exemplo de seriedade e dignidade, não iriam discordar se estivessem entre nós. Os exemplos que nos deram são fundamentais para que possamos colocar a moralidade pública novamente fortalecida da nossa cidade. Não é hora de cinismo, disfarces, licença médica, férias etc...Até os secretários sérios da Administração (sim ,existem alguns que não vieram de Corumbá!) mostram-se muito desconfortáveis na continuidade dos seus bons trabalhos. Acabarão saindo para não ser confundidos aos que nossa cidade conheceu de pior na Administração Municipal e ter de apagar a luz...Vamos ter fé que Dr. Hélio continue sendo um homem de opções. Terá algumas pela frente: Seguirá exclusivamente obcecado na defesa judicial da sua esposa, a Primeira Dama Dra Rosely, ou dará algum espaço para a população que nele confiou, procurando recuperar a sua autoridade, reconhecendo os seus erros e concluir melancolicamente o seu mandato? Tentará contar com o impossível esquecimento da opinião pública, da imprensa e do Ministério Público ou cairá na real para tentar encontrar uma solução para a crise criada dentro dos gabinetes da Administração? Preferirá seguir sangrando durante o longo período de trabalho da Comissão Processante que decidirá o impeachment ou optará por renunciar o mandato procurando reconstruir seu espaço político no devido tempo como os ex-presidentes Janio Quadros e Fernando Collor? Coragem Dr. Hélio! Ela é fundamental nos homens públicos que amam o seu povo. A sua opção é importantíssima para a tranqüilidade, segurança e estabilidade da população de Campinas. Mais do que nunca, primeiro os que mais precisam! E é a população de Campinas, que necessita rapidamente conhecer a sua opção de forma serena, equilibrada e acima de tudo muito transparente.
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